FEITA DE HOMEM PARA HOMEM.Centro do Rio de Janeiro. Me chame por Whatsapp (21) 98230-5966 - Ciro. Não atendo número privado.

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Massagista carioca - atendimento exclusivo para homens - 21 98230 5966. Tecnologia do Blogger.

MASSAGISTA HOMEM

MASSAGISTA HOMEM

Atendimento normal durante os feriados no mês de abril.

Atenderei normalmente durante os feriados e fins de semana do mês de abril. Todos os dias de 8:00 às 22:00.

Todos os contos são autorais-All erotic tales posted are written by myself.


Todos os contos postados aqui são autorais. Escritos pelo próprio massagista e fundamentados na sua experiencia diária. Grande parte das imagens que ilustram os contos foram cedidas e autorizadas pelos próprios clientes. Ou são fotos minhas. Sinta se a vontade para se masturbar lendo os relatos e vendo as fotos de cavalheiros de fino trato que compartilham conosco suas imagens e experiencias.  

All erotic tales posted here are written by the author.

Conto Erótico - Estimulação Anal no Gostosão. Autoral.


O cliente interessado na massagem a dois pelado me perguntou se meus contos "são apenas contos ou aconteceram mesmo". Eu disse a ele que todos os contos postados aqui são autorais. Escritos pelo próprio massagista e fundamentados na sua experiencia. Não indicou preferencia por nenhum conto em particular mas, me enviou uma mensagem que me advertia: " Eu curto ser penetrado, mas não gostaria hoje...estimulações no anus me deixam louco, essas podem rolar a vontade, mas penetração preferia deixar pra outra vez, tudo bem?" Eu disse:" fica tranquilo". A minha vontade de come a bunda dele começou ae.

Ele chegou as 19:30. Entrou tímido, não vi aliança no dedo, conclui que era gay. Mas que tipo de gay que gosta de estimulações anais não iria querer ter seu anus estimulado pelo meu caralho? Era essa a minha dúvida enquanto o observava tirar os sapatos sentado ao lado da maca. Eu lhe ajudei a retirar a camisa e fiz sinal para que se levantasse e abri sua calça, retirei dela uma perna de cada vez, ele estava de sunga bem amarrada por um cadarço que desatei com precisão e destreza. Abaixei sua sunga e uma piroca do tamanho de uma fanta de 600 saltou na minha cara ainda em fase de crescimento. Ignorei.

Ele se deitou na maca de barriga pra baixo e eu percebi que seu corpo era fenomenalmente gostoso mas, seu maior destaque era a bunda... Que bunda gostosa do caralho! e que cu pequeno, rosado e lisinho porra! Eu pensei: "ele gosta de estímulos anais? Deixa comigo. Sem pressa. O lance é relaxar ele primeiro pra ele entrar comigo na farra que eu vou fazer nesse cu". Sua pele tinha um cheiro absurdamente bom. Sentíamos uma atração mutua e silenciosa vibrando no ambiente. Seu pau era tão grande que dava para vê lo rígido entre as pernas.

Sua pele e seus músculos eram macios e gostosos de tocar. Minhas mãos deslizavam na pressão certa sobre cada ponto do seu corpo incluindo a piroca que ordenhei enquanto massageava a região anal com os dedos. O cu dele tinha o toque de seda. Ele gemia baixinho entregue passivamente as sensações novas. A medida que ele gemia mais eu fui entendendo que por conta de seu dote ele devia ser desses gays "predestinados" pela natureza a ser ativo. E esses caras sofrem de eventuais carências anais. Realmente é um desperdício não colocar um cu como aquele pra jogo de vez em quando.

Depois de massagear até a ponta dos seus pés passei sobre todo seu corpo o vibrador profissional de massagem. Uma massagem não pode ser completa sem um vibrador potente para descontrair as fibras musculares com eficiência. Ele gemeu alto quando o passei pelas suas coxas e nádegas, se contorcia de prazer. Eu queria levá lo a esse ponto para começar o jogo das camisinhas. A primeira eu coloquei no dedo e enfiei no cu dele. Botei meu pau duraço sobre a maca, na frente da cara dele e ele mamou gostoso pra caralho enquanto o dedo escorregava cheio de gel no cu dele. A segunda camisinha eu dei pra ele abrir e dei ordem pra ele colocar. Ativo adora receber ordens. É mais raro pra eles.

Hora da pressão. Botei ele com os pés no chão e deitado da cintura pra cima na maca. Me posicionei logo atrás e parei a cabeça quente e rígida da minha rola contra seu cu apertado. Cruzei os braços e não me mexi. Bem sério eu disse pra el dá ré. E ele dava mas, meu pau não passava além da ponta da cabeça. Cu travadão. Impressionante um cara ter uma bunda tão incrível e não ter experiencia pra dar pra um pau como o meu. Mas o tamanho da rola dele explicava a falta de oportunidade de aprender. Lambuzei seu cu de gel e passava com a rola bem dura para cima e para baixo como um pincel pela portinha do cu e todo o rego.

Eu dizia; "me empurra" e ele obedecia empurrando para traz com sua bunda e o meu cacete bem posicionado no olho do seu cu. Ele ia e vinha e eu me mantive sério e de braços cruzados e então eu disse "mais forte", "me empurra pra traz", "me tira do lugar" eu desafiava como um treinador faz para seu pupilo superar seus limites. E ele foi bravo. Consegui me mover várias vezes permitindo que a cabeça entrasse completamente. Sua dor era visível e seu prazer também. Quando parecia exausto o levei para o banho e esfreguei suas costas com bucha vegetal. Saindo de lá fomos pra cama.

Seu cuzinho era lindo e eu  não conseguia ficar muito distante dele. Passava a mão em seu corpo todo e ele se entregava. Seus peitos eram uma delicia de mamilos rígidos e grandes, cheios de tezão. Dei um bom tempo alternando entre um peito e outro. Peitos deliciosos! Ele não parava de gemer e toda vez que eu dizia "chupa meu pau" ele obedecia e babava minha rola antes de por na boca.  Subi por cima dele e introduzi a pica entre suas coxas grossas e escorregadias. Fazia como se estivesse comendo ele pela frente. Ativo ama isso cara, rs. Seu corpo era todo gostoso, todo quentinho e tava em sintonia ininterrupta com o meu. Fazíamos uma orgia privada de duas pessoas sem penetração.

Gozei na cara dele e ele gozou um rio de esperma sobre o adomem em seguida.Esse cara deve ter poucas experiências anais e todas com paus menores. Mas o prazer que ele sentia através de mim dispensa penetrações. As fotos desse conto foram cedidas gentilmente pelo próprio cliente. Tenho certeza que você vai poder apreciar o que eu tive o prazer de desfrutar.

Conto Erótico - Massagem no Coroa Casado. Autoral.



Enquanto o cliente Árabe Passivo (veja o conto anterior) preparava se para ir embora satisfeito o outro cliente, que havia feito contato antes dele chegar, retornou a ligação. Eu atendi e disse :"um minuto por favor". Com a ligação aberta no celular numa mão eu me despedi do Árabe com voz firme e objetiva. O outro cliente pôde me ouvir enquanto eu finalizava o encontro. Ao fechar a porta e retornar minha atenção para a ligação no intuito de lhe passar informações ele foi direto e decidido: "Você tem disponibilidade para daqui a meia-hora?" Ele parecia incerto e carente de informações quando eu atendi a ligação e ao voltar a ela (uns segundos depois) já estava seguro de que queria vir. A firmeza como eu falava com outro cliente e a masculinidade na minha voz havia dissipado suas duvidas em um instante. Eu era o tipo de massagista que ele procurava.

Tomei meu banho, me deitei em repouso por 30 minutos e ele chegou. Era um homem acima de 45 anos, aliança no dedo, moreno, cabelo liso como um índio, camisa social listrada por dentro de um black jeans, cinto e sapato social de couro preto. Disse que estava no Rio de passagem aquela semana e que era de Brasilia. Eu estava de regata e short branco sem cueca. Ele fingiu não perceber o badalar do sino. Despiu se completamente. Perguntei a ele qual massagem gostaria de fazer e ele respondeu: "a sensual" o que me deixou a vontade para tirar a roupa toda na frente do casado e mostrar a ele minha jeba pentelhuda ao natural. Reparei também no pau dele: médio e promissor.

Antes de deitar na maca, porém ele advertiu me: "eu vim só pra massagem mesmo..." Fingi que acreditei, pois isso faz parte da fantasia de muitos clientes de massagem héteros e casados: chegar despretensiosamente para fazer uma sessão e rolar uma brincadeira "inesperada" com o massagista safado. Esse é um recurso muito usado por homens que se permitem um breve contato sexual com outro sem maiores consequências e nenhum envolvimento. É muito comum eu receber homens casados não gays. O cliente gay vem na firme intenção de fazer sexo além da massagem. O cliente hétero é diferente, é mais sutil e menos óbvio. Ele não quer pau no cu como prioridade. Ele quer uma massagem bem feita e aberta a "outras possibilidades". Ele tem a o elemento surpresa como base do seu fetiche.

E eu gosto muito de jogar esse jogo. Ele faz de conta que não gosta "dessas coisas com homem" eu faço de conta que não vou segurar no pau dele. Tudo fica mais lúdico e divertido. Veja bem e raciocine comigo: dois homens (cliente e massagista) estão nus de frente um pro outro e o cliente (que escolheu pagar mais caro pela massagem que inclui a nudez do profissional) alerta: "eu vim só pra massagem mesmo...". Esse é o único momento em que eu acho graça na hipocrisia rs.

Durante a sessão encostei varias vezes meu pau (que ilustra esse conto) pelo seu corpo ao redor da maca. Ele não dava sinal de vida: completamente imerso no relaxamento proveniente de uma massagem eficiente. Ambiente calmo na penumbra do final da tarde. Ao fundo musica para relaxar a mente. A minha estava bem relaxada pois a minha ereção provava isso: se a mente não relaxar o pau não sobe. Ao virar se de barriga para cima alguns clientes estão de pau meia bomba, mas esse estava de pau duro e babando. Aquele pau médio promissor fizera se em 18 centímetros de rola morena grossa e babona: o mel dele escorria sem parar e eu usei sua lubrificação natural para fazer uma massagem peniana. Uma mão massageava as bolas a outra a glande. O casado insuspeito de aliança no dedo delirava.

Eu olhava para o sapato de couro preto no chão e ficava mais excitado ainda na constatação da autenticidade daquele homem. Ele deve ter esposa, filho, sobrinho ou até neto e ninguém, lá no estado de origem dele, nem desconfia que naquele momento aquele tiozão estava recebendo uma mamada calibrada de um massagista carioca no Centro do Rio de Janeiro. Depois de meter, mais do que bem metido, no cliente Árabe, ter um intervalo de meia hora para chupar o pau do maduro casado...o que mais eu posso esperar de bom do meu trabalho? E eu ainda sou pago pra isso!!!

Eu mamei com vontade e sem a menor pressa de fazer o cliente gozar. O importante é prolongar o prazer "dele" enquanto eu curto o "meu". Acho que há muito tempo aquele homem não era bem chupado, pois se contorcia em espasmos na maca e quando não aguentou mais de vontade de gozar fez movimentação no sentido de tirar o pau da minha boca, mas eu o estabilizei firme no fundo da goela até sentir o creme espesso pulsar me inundando de porra quentinha.

Depois de mim ele foi para o banheiro tomar sua ducha. Eu ainda pude apreciar a nudez dele enquanto se recompunha com tranquilidade e se despedia amigavelmente como se nada tivesse jamais acontecido naquela tarde. Saiu pela mesma porta pela qual voltou um mês depois e antes de se despir e deitar me perguntou: "Qual foi mesmo a massagem que fizemos da última vez?" Eu fui arriando o short branco devagar e sem pressa enquanto respondia "sensual". E meu pau começava a inchar e crescer aos olhos dele.

Curto fazer massagem nu e de pau duro. Faço todo o serviço manual enquanto sustento prazerosamente minha ereção. As vezes o cliente pode ver meu cacete empinado quando passo pela área de visão dele, ou as vezes pode sentir a rigidez do meu caralho quando o encosto propositadamente por partes de seu corpo durante a massagem. Quando isso acontece e o cliente permanece inerte e indiferente o sinal é claro: eu não vim aqui para apreciar o seu pau, mas para ter o meu apreciado por você. Se o cliente não segura na jeba quando está ao seu alcance ele é ativo.

É necessário discernir quando um cliente quer a minha pica ou quer que eu dê atenção a dele, ou mesmo quando ele quer as duas coisas. E nessa segunda visita eu dei a mesma sincera atenção ao pau dele que da primeira vez. Chupei no final da massagem até ele ejacular na minha cara novamente. Fui ao banheiro e me vi no espelho duas grossas estalactites de porra descendo do meu nariz. Que pau maneiro. Que homem discreto. Foi embora cordialmente e voltou umas semanas depois.

Estava mais a vontade e comunicativo nesse terceiro encontro. Perguntou me se eu lembrava de que ele não era do Rio e dessa vez disse que era de Manaus...rs. Ficou pelado e disse "vamos fazer a mesma massagem". Me excito fácil quando o cliente retorna mais de duas vezes: é sinal de aprovação total em meu favor. Parece que vai se desenvolvendo uma "relação" secreta e sigilosa que tem seus encontros de acordo com a conveniência do cliente e a disponibilidade do massagista. Conforme há confiança a liberdade sexual cresce gradualmente. Dessa vez ele segurou no meu pau.

Já estava duro quando ele o segurou timidamente. Eu apalpava a rola dele também quando pedi que ele se virasse de lado encima da maca com a bunda bem pra fora dela. Nem tudo que pode acontecer durante ou depois da massagem deve acontecer em uma unica sessão. E nem toda sessão deve ser igual a outra. Sempre procuro adicionar algo diferente quando o cliente retorna para que ele se sinta favoravelmente surpreendido com a visita. Peguei uma camisinha e abri na frente dele, ele disse alarmado: "não, penetração não". Eu o acalmei:"não vou penetrar, só encostar".

O receio sincero daquele homem em dar para mim em oposição a todos os passivos vorazes que já vi na vida me excita mais. Lubrifiquei a ponta da minha pica e com ela espalhei o gel na portinha dele como se fosse um pincel grosso, rombudo e quentinho deslizando de lá pra cá no rego até esbarrar e pressionar de leve o lugar certo. Ele delirava. Não esperava se deixar levar a esse ponto. Eu pressionava com jeito e sem machucar e prometia a ele que não empurraria. Ele confiou e se permitiu gozar (talvez pela primeira vez) com a cabeça de uma rola massageando seu cu de macho casado.

Ao sair do banho sentou se e, antes de se vestir para ir embora, pediu para que eu lhe fizesse massagem no couro cabeludo. Pediu cafuné.






Conto Erótico - Massagem no Árabe Passivo. Autoral.


O Rio é uma cidade de passagem para muitos homens. Alguns deles aproveitam a distância do seu lar e familiares para ter um contato físico mais próximo com outro homem sem envolvimento afetivo. Esses quando me encontram na internet se tornam clientes ocasionais. E cada um tem seu fetiche ou motivação extra-massagem. A minha massagem é profissional, mas a satisfação do cliente está sempre inclusa. Um turista de MG, hospedado na zona sul, me acionou via whatsapp interessado no meu serviço. Disse "Ficarei aqui alguns dias de férias e tentarei me organizar para fazer. Parece bem interessante. Deu vontade"

Oito dias depois ele entrou no meu estúdio as 16:30. Viera do Leblon de metrô até o Centro. Na foto do seu perfil do zap ele usava aquele tradicional lenço usado na cabeça pelos árabes (gutra). Isso me deu a intuição de que esse cliente iria gostar de ouvir música árabe durante a sessão. Eu perguntei a ele que tipo de massagem ele queria: "Fique afinzão de fazer a sensual com você. Aceita cartão?" ele respondeu. Eu disse que sim e indiquei a ele que tirasse a roupa e fosse para o banho. Ele tinha uns 34 anos, era mais baixo do que eu e seu corpo era perfeito, mas o que mais me chamou a atenção foi a forma da bunda dele quando ele se virou para entrar no banheiro. Meu pau subiu instantaneamente e permaneceu assim até ele sair do banho quando, eu já estava nu a espera dele e para passarmos seu cartão antes de começarmos.

Seus olhos fixaram se direto no caralho duro quando ele subitamente mudou de ideia: abriu a carteira e sacou duas notas azuis (minha cor predileta!) e preferiu pagar em dinheiro alegando que: "assim eu seria poupado do desconto feito pela empresa que administra o serviço de recebimento de cartões". Essa pequena atenção de sua parte fez meu pau latejar. Era claro para mim que ao notar o potencial da minha ereção ele quis me adiantar o pagamento sem descontos para o serviço ser completo. Eu gosto de caras que sabem me lisonjear.

Deitei o cliente na maca, de barriga para baixo e aquela bundinha (perfeita para levar rola) pra cima. Lubrifiquei sua pele (com o oléo mineral sem perfume) enquanto explorava com  minhas mãos grandes e firmes todas as curvas de seu corpo extremamente sexy. Minhas mãos e seu corpo bronzeado se tornaram cúmplices. Meus dedos dançavam sobre seus músculo bem torneados e macios, ao som exótico de tambores e flautas da musica árabe (que me pareceu ter envolvido o cliente). Ele se entregou completamente. Ficou inerte e confiante na conversa entre minhas mãos e sua nudez total. Minha ereção era constante durante a massagem do seu corpo inteiro. Ele a sentia.

Ao terminar o serviço na maca acompanhei o cliente até a cama (onde o massagista repousa entre as sessões). Ele me ajudou a forrá la com o lençol descartável e deitou-se, como eu indiquei, de barriga para baixou e pernas bem abertas. coloquei o preservativo e afoguei o ganso até o talo no cu dele. minha pica deslizou para dentro da bunda dele sem ele fazer um movimento de resistência ou desconforto. Gosto de passivos assim: que se entregam confiantes ao metedor. Comi de todas as posições: de bruços, de lado, de frango assado e em pé. Não me espanta um cara como aquele ser passivo: como uma bunda tão perfeita...todo mundo quer comer. A foto que ilustra esse conto foi gentilmente cedida e autorizada pelo cliente.

Me abraçava carinhosamente na cama. Enquanto eu esfregava os pelos que cresciam da minha barba em seu pescoço ele cobria meu rosto de beijos. Ele era muito gostoso e me dava imenso prazer sua obediência e passividade. Ele gozou dando em pé. Mas eu não. Antes dele chegar outro cliente havia entrado em contato sinalizando que gostaria de vir. Eu lhe pedi que retornasse a ligação dentro de uma hora. Seria um atendimento seguido de outro e eu precisava da minha energia para dar continuidade ao serviço sem deixar cair nem a qualidade nem a empolgação. Esse era um outro tipo de cliente: coroa, casado e enrustido. A história dele você vem no conto logo a seguir.




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Ciro Massoterapeuta

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